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Reformas no Brasil e tensão na Venezuela em destaque nos jornais do dia

20 de abril de 2017

Diário Catarinense

SC terá R$ 1,5 bi de investimento em energia

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O Globo

 

Manchete: Pressões levam a novos recuos na Previdência

Relator surpreende governo e revê regra mais dura para servidores

Equipe econômica teme que outras mudanças reduzam impacto fiscal. Meirelles diz que medidas estão no ‘limite’

Um dia após apresentar seu parecer para a reforma da Previdência, negociado com o governo, o relator Arthur Maia cedeu a pressões e fez novos recuos, surpreendendo a equipe econômica. Maia adotou regras mais generosas para a previdência rural e divulgou uma “errata”, sinalizando que vai aliviar as exigências no regime de transição dos servidores. O governo teme que pressões de outros grupos levem a mais recuos. O ministro Henrique Meirelles disse que as mudanças estão no limite do que pode ser feito sem alterar o equilíbrio fiscal. (Págs. 21 a 25)

Reforma trabalhista deve ir a voto dia 26

O governo conseguiu aprovar ontem na Câmara o requerimento de urgência para acelerar a votação da reforma trabalhista. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que espera votar a reforma em plenário na próxima quarta-feira, dia 26. Antes, o texto terá de ser votado na comissão especial. A oposição protestou levando cartazes ao plenário, já que, um dia antes, o governo tinha perdido na votação da urgência. O texto prevê, entre outros pontos, que o acordado entre empresas e sindicatos tenha poder de lei. (Pág. 26)

Fachin dividirá inquéritos da Odebrecht

Cerca de 40% dos 76 inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, a partir das delações de ex-executivos da Odebrecht serão redistribuídos, por sorteio, a outros ministros. Sairão da alçada do relator da Lava-Jato os casos sem relação direta com a Petrobras. Ao menos seis dos onze ministros do STF dizem ser a favor de mudar a regra do foro privilegiado, para ajudar a desafogar o tribunal do grande número de processos abertos após as delações. (Pág. 3)

Casas dos Garotinho ficaram pela metade

A Odebrecht entregou só metade das casas previstas em projeto em Campos. A empresa diz ter pagado R$ 27,5 milhões em caixa 2 ao casal Garotinho. (Pág. 10)

Justiça aceita 7ª denúncia contra Cabral (Pág. 11)


Advogado de Lula ocultou sítio com contrato falso (Pág. 6)

 

PF investiga compra do Banco Pan pela Caixa

Um diretor do BC e um irmão de Silvio Santos tiveram o sigilo bancário quebrado na Operação Conclave, da PF, que investiga se houve crime na venda de ações do Banco Panamericano, hoje chamado de Banco Pan, para a Caixa, em 2009. O negócio deu prejuízo à Caixa. (Pág. 27)

 

Câmara mantém contrapartidas

A Câmara dos Deputados rejeitou destaques que eliminavam contrapartidas dos estados que terão ajuda financeira da União. Votação prossegue semana que vem. (Pág. 12)

 

Justiça manda soltar policiais

Os dois PMs que foram filmados atirando em suspeitos, em Acari, responderão pelo crime em liberdade. Juiz atendeu sugestão do MP. (Pág. 16)

 

Grande Rio tem morte suspeita

Autoridades médicas investigam morte suspeita por febre amarela em Maricá. Essa seria a primeira morte na Região Metropolitana do Rio. (Pág. 15)

 

Violência cresce na Venezuela

Duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em meio à repressão a protestos da oposição na Venezuela. Maduro elogiou os militares. (Pág. 28)



 

Brasileiros entre os mais ansiosos

Relatório sobre o bem-estar dos estudantes em 72 países revela que jovens brasileiros de 15 anos estão entre os mais ansiosos do mundo. (Pág. 30)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: Por reforma da Previdência, governo endurece com aliados

46% dos deputados que apoiam Michel Temer no Congresso se declaram contra proposta do Planalto

O Planalto decidiu endurecer o tratamento com sua base aliada no Congresso para aprovar a reforma da Previdência. Mesmo com regras mais brandas do que as propostas originalmente, o número de deputados contrários à reforma da Previdência continua maior do que o de favoráveis. Levantamento feito pelo Estado na Câmara mostra que o governo Michel Temer enfrenta resistência até na base aliada. Foram ouvidos até a noite de ontem 305 deputados, quase 60% do total. Só 50 afirmaram estar dispostos a aprovar a reforma como está. Dos 150 votos contrários, 46% foram dados por deputados de partidos aliados. São necessários 308 votos para aprovação em plenário. O governo subiu o tom e decidiu cobrar dos ministros que enquadrem as bancadas aliadas, sob pena de perderem os cargos. O Planalto quer que os partidos fechem questão para aprovar a reforma. Quem desrespeitar a ordem corre risco de ser punido. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3 e POLÍTICA / PÁG. A8)

Votação fica para maio

Acordo de governo e oposição atrasará a votação na Câmara. A apreciação na comissão da reforma foi transferida para 2 de maio e o primeiro turno no plenário deve ocorrer só em 15 de maio. (PÁG. B3)

 

Delação agrava situação de Lula em relação a sítio de Atibaia

Detalhes dados por delatores da Odebrecht sobre a participação da construtora na reforma de um sítio em Atibaia agravaram a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alvo de inquérito sobre o caso na Justiça do Paraná. Destacado pela empresa para acompanhar a reforma, o engenheiro Emyr Diniz Costa Junior disse que ajudou a elaborar contrato falso para esconder a participação da Odebrecht e comprou cofre para guardar R$ 500 mil repassados, em espécie, pela empresa. Segundo ele, o dinheiro saiu do “departamento da propina”. (POLÍTICA / PÁG. A4)

 

PF apura fraude na compra do Panamericano

A PF cumpriu mandados de busca e apreensão por suspeita de fraude na compra pela Caixa, em 2009, de fatia do Banco Panamericano, que pertencia ao Grupo Sílvio Santos. Entre os investigados estão Henrique Abravanel, irmão de Sílvio Santos, André Esteves, do BTG, e Maria Fernanda Coelho, ex-presidente da Caixa. (ECONOMIA / PÁG. B8)

 

Foto-legenda: Atos na Venezuela deixam 3 mortos

Opositores do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, enfrentam a polícia em Caracas: dezenas de milhares de pessoas foram às ruas da capital e de outras cidades do país para protestar contra o governo. Ao menos dois manifestantes e um policial morreram. Em resposta, o chavismo organizou manifestação de apoio a Maduro. (INTERNACIONAL / PÁG. A10)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Câmara dá celeridade à reforma trabalhista

Manobra reverte derrota da véspera; voto pode ocorrer na próxima semana

Um dia após derrota no plenário da Câmara, aliados de Michel Temer (PMDB) refizeram votação e aprovaram nesta quarta (19) requerimento para acelerar a discussão da reforma trabalhista proposta pelo presidente. O placar mostrou 287 votos a favor e 144 contra — na véspera, foram 230 favoráveis. Houve grande mobilização dos líderes da base aliada e do Planalto para reduzir as defecções. Os governistas também seguraram a sessão desta quarta por mais de duas horas para reunir presenças suficientes e aprovar a medida. Eram necessários 257 votos. Como resultado, a Câmara pode, já na próxima semana, votar a reforma trabalhista em plenário, sem precisar da autorização da comissão especial que hoje discute o projeto. O texto muda vários itens da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A prevalência de negociações entre patrões e empregados sobre a legislação e o fim da contribuição sindical obrigatória estão entre as alterações. A oposição é contra. Argumenta que a reforma do governo precariza as condições de trabalho. (Mercado a17)

Com texto alterado, Executivo aposta em aval para nova Previdência. (a19)

 

Compra de MPs continuou mesmo após a Lava Jato

Delações de ex-executivos da Odebrecht indicam que a empresa repassou recursos para tentar influenciar ao menos 20 atos do Legislativo e do Executivo, entre 2005 e 2015, em sua maioria a edição e a aprovação de medidas provisórias. Os últimos acertos relatados ocorreram após o início da Lava Jato. (Poder a4)

 

Foto-legenda : Medalhistas

O juiz federal Sergio Moro e o apresentador Luciano Huck (dir.) em Brasília; ambos foram condecorados com a medalha de Honra do Mérito Militar, entregue a pessoas que tenham prestado serviços relevantes à nação (Poder a7)

 

Três morrem em atos na Venezuela contra Maduro

Pelo menos três pessoas morreram durante atos na Venezuela contra o presidente Nicolás Maduro. Segundo testemunhas, dois estudantes— de 17 e 23 anos— foram atingidos por disparos de milícias que defendem o governo. Além disso, um guarda nacional morreu após confronto com manifestantes. (Mundo a12)

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