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Queda de juros, ‘Pauta bomba’ no Congresso e Putin alerta para caos mundial nas manchetes desta segunda-feira

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

16 de Abril de 2018

 

 

 

Diário Catarinense                                                                                                                       

Depressão gera 5,9 mil pedidos de auxílio doença em um ano

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O Globo

 

Manchete: Desempregados buscam vagas há mais de um ano

Entre os sem trabalho em 2016, 54% não voltaram ao mercado até o fim de 2017

Para especialistas, recuperação lenta das contratações dificultará recolocação profissional

Mais da metade (54%) dos brasileiros que procuravam emprego em dezembro de 2016, último ano da recessão, continuava desocupada ao fim de 2017, quando o país voltou a crescer. Segundo estudo exclusivo da consultoria IDados, a maioria que conseguiu uma vaga foi absorvida pela informalidade. E um terço dos desempregados desistiu de procurar uma oportunidade. Para especialistas, o quadro aponta para lenta recuperação das contratações e alerta para o risco do desemprego de longo prazo, que dificulta a recolocação e pode afastar definitivamente os profissionais do mercado de trabalho. (PÁGINA 17)

 

 

Prisão de Lula mexe com xadrez eleitoral

A primeira pesquisa Datafolha após a prisão do ex-presidente Lula aponta migração de votos do petista para Marina Silva e põe o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (PSB) no centro da disputa. Mesmo sem ter assumido a candidatura, ele já supera Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) em quase todos os cenários sem a presença de Lula. (PÁGINA 3)

 

 

Caminhos na incerteza

Em depoimento de 203 páginas, ex-presidente Fernando Henrique alerta para riscos da desagregação política. (PÁGINA 4)

 

 

Alerj paga caro por deputados presos

Em quatro meses, a despesa da Assembleia Legislativa com as equipes dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, que estão presos, chegou a R$ 3,4 milhões. (PÁGINA 6)

 

 

O jovem na sala de aula 

Evento Educação 360 Jovem discute currículo e metodologias. (PÁGINA 20)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: ‘Pauta bomba’ no Congresso põe contas públicas sob risco

Projetos de renúncia fiscal podem ter impacto de R$ 667 bilhões nos cofres governamentais até 2020

Com a regra que impede as despesas de subirem acima da inflação, os projetos de renúncia fiscal podem derrubar as receitas do governo, aumentando o buraco dos cofres federais. Há aproximadamente 60 projetos em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que tratam da concessão de benefícios tributários ou perdão de dívidas. Uma compilação feita pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, com base em números da Receita Federal, apontou impacto fiscal de R$ 667 bilhões até 2020 – são R$ 200 bilhões em 2018, R$ 229 bilhões em 2019 e R$ 238 bilhões em 2020. Isso representa mais do que as projeções de déficits fiscais do governo para o período, que somam R$ 408 bilhões. Segundo dados do Orçamento para 2018, o governo deve abrir mão de R$ 283 bilhões com renúncias fiscais. A maior parte dos incentivos se destina às atividades de comércio e serviços (29% do total). Na sequência estão trabalho (15%), saúde (14%), indústria (11%) e agricultura (9%). (ECONOMIA / PÁG. B1)

 

 

Mansueto assume Tesouro Nacional

O economista Mansueto Almeida será o novo secretário do Tesouro Nacional. O anúncio será feito hoje pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. (PÁG. B6)

 

 

Odebrecht deve R$ 1 bi a fornecedores no Peru



A Odebrecht deve cerca de R$ 1 bilhão a 563 empresas no Peru. A lista de credores vai de fabricantes de motores a buffet. Peça central do escândalo de corrupção que levou um ex-presidente para a cadeia no Peru, a empreiteira está com as contas bloqueadas no país e, enquanto colabora com o Ministério Público, se esforça para tentar se reerguer, informa Fernando Nakagawa. “Chegamos a ter quase 300 caminhões trabalhando”, lamenta Juan Alonso Checa, da MIQ Logistics, uma das credoras. (ECONOMIA / PÁG. B3)

 

 

Alckmin abre campanha presidencial pressionado

O ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB a presidente, livrou-se da Lava Jato no Estado, mas enfrenta cobranças. É pressionado a melhorar o desempenho nas pesquisas e a resolver o impasse provocado pelas duas candidaturas governistas em São Paulo, a de João Doria, de seu partido, e a de seu sucessor, o atual governador Márcio França, do PSB. (POLÍTICA / PÁG. A4)

 

 

Barbosa ganha força

O desempenho em pesquisa eleitoral de Joaquim Barbosa fez o deputado Julio Delgado dizer que a candidatura dele pelo PSB é irreversível. (PÁG. A4)

 

 

Juiz do RN cria penduricalho

Juízes do Rio Grande do Norte se concederam o direito de receber licença-prêmio retroativa. A resolução, assinada por 13 desembargadores, permite que embolsem atrasados de 22 anos de uma vez. (POLÍTICA / PÁG. A4)

 

 

‘Arma falsa’ está em 40% dos roubos no RJ (METRÓPOLE / PÁG. A12)

 

 

A bomba fiscal e a LDO 

Desarmar a bomba fiscal e evitar o desastre é tarefa complexa da nova equipe econômica. (PÁG. A3)

 

 

PT joga a cartada Bolsonaro 

Lula apresenta-se como único capaz de barrar Bolsonaro. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete: Criticado na capital, Doria lidera disputa pelo estado

Com até 36% de intenção de voto, tucano deixa prefeitura mal avaliado

João Doria (PSDB), ex-prefeito de São Paulo, lidera a disputa pelo governo do estado, mostra o Datafolha. Em um dos cenários pesquisados, o tucano aparece com 29% das intenções de voto, seguido por Paulo Skaf (MDB), presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), com 20%. 0 atual governador de São Paulo, Mareio França (PSB), tem 8%, empatado com Luiz Marinho (PT), exprefeito de São Bernardo do Campo, que marca 7%. Sem Skaf na disputa, Doria chega a 36%. Os sem candidato (votos brancos, nulos e “não sabe”) vão de 31% a 38%. Rogério Chequer (Novo), Lisete Arelaro (PSOL) e Alexandre Zeitune (Rede) estão em uma faixa de 1% a 3%. Líderes da pesquisa, Skaf e Doria também têm os maiores índices de rejeição: 34% dizem que não votariam “de jeito nenhum” no presidente da Fiesp, e 33%, no ex-prefeito paulistano. Doria comandou a capital por um ano e três meses. Ao deixar o cargo, atingiu sua maior reprovação: 47% dos paulistanos consideram sua gestão ruim ou péssima (eram 39% em novembro) e 18% classificam como ótima ou boa (eram 29%). Para 66%, ele agiu mal ao renunciar. (Poder A4)

 

 

Juros caem, mas taxa do cheque especial não muda

Levantamento do Banco Central mostra que, 16 meses após o início do corte dos juros pelo governo, a taxa cobrada no cheque especial quase não saiu do lugar. A modalidade de crédito é a única a não acompanhar o recuo da Selic. Em quatro ciclos anteriores de corte de juros, houve redução. A federação de bancos diz que os juros elevados, os quais passam de 300% ao ano, devem-se à alta inadimplência na linha. Em fevereiro, o índice de calote no cheque especial foi de 13,6%. Para o BC, é erro esperar que as taxas bancárias caiam na mesma proporção da Selic. (Mercado A21)

 

 

Recebi pelos meus serviços prestados a empreiteiras

O ex-ministro Delfim Netto, investigado na Lava Jato e que teve a casa vasculhada pela PF, afirma ter recebido dinheiro de empreiteiras por serviços prestados. Ele diz que em 2010, a pedido do PT, montou um grupo de empresas para concorrerão leilão de construção da usina de Belo Monte e, assim, combater cartel de empreiteiras maiores. (Pág. A20)

 

 

Putin afirma que ofensiva contra a Síria levará a caos

Os principais aliados do ditador da Síria, Bashar al-Assad, disseram que os bombardeios dos EUA complicam resolução da guerra civil de forma pacífica. Para Vladimir Putin (Rússia), “levarão o caos às relações internacionais”. A Casa Branca deve fazer novas sanções contra Moscou. (Mundo A17)

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