PT tem candidato a deputado estadual em Canoinhas

Nilson Sousa com Décio Lima/Divulgação

Nilson Sousa vai disputar uma vaga na Alesc pelo partido

 

 

PT NA DISPUTA

O presidente municipal do PT de Canoinhas, Nilson Sousa, foi homologado candidato do partido na convenção de domingo, 5, a deputado estadual. Dessa forma, ao que tudo indica, a cidade terá três nomes na disputa pelos 42 mil votos dos moradores de Canoinhas. Leoberto Weinert (MDB) e Renato Pike (PR) também estão na disputa.


 

 

PARA QUE LADO IR

Com a definição das candidaturas ao Governo do Estado, quem entrou em uma situação complicada foi o prefeito Beto Passos (PSD). Pelo dever com seu partido, precisa apoiar Gelson Merisio (PSD). Seu vice, Renato Pike, no entanto, apoia Mauro Mariani (MDB). Para completar a situação delicada, Décio Lima (PT) é tido como seu guru político. E agora?

 

 

 

ESGOTO

A Secretaria do Meio Ambiente esclarece a respeito de nota da coluna sobre a liberação de recursos para a revisão do plano municipal de saneamento por parte da Casan, que os R$  119 mil foram de fato liberados e que a licitação para contratação da empresa responsável por proceder o estudo acontece no próximo dia 20. É com este estudo em mãos que será possível avançar na segunda etapa da implementação do saneamento básico em Canoinhas.

 



 

 

DEPUTADO CONTRARIADO

O deputado federal Valdir Colatto (MDB) não ficou nem um pouco satisfeito com a decisão do partido de não lançar nome para o Senado, abrindo espaço, assim, para os candidatos dos partidos da coligação. Leia íntegra da nota despachada pela assessoria do deputado:

 

Após decisão das coligações partidárias acordada por dirigentes do MDB e anunciada pela imprensa com o compromisso da verdade que sempre pautou minha conduta pessoal e política, tenho o dever de esclarecer minha posição e motivos que me levaram a pleitear a candidatura ao Senado pelo MDB e a não confirmação na convenção que delegou a responsabilidade para a executiva.

Sempre defendi que não seria impedimento para coligações, mas achava e ainda entendo, que o MDB deveria ter ao menos um candidato ao Senado, posição que constatei ser da maioria dos companheiros do MDB.

Também preciso esclarecer que não abdiquei da candidatura ao Senado, mas foi estritamente cumprindo determinação de decisões maiores do MDB, que optou pelas coligações e cedência de espaços para compor a chapa majoritária a outros partidos. Assim sendo, me submeti à decisão, mesmo com toda luta, trabalho e história no MDB e para o país.

Com humildade continuarei minha empreitada junto a todos aqueles que acreditam que podemos fazer política com trabalho digno e responsável. Agradeço o apoio e incentivo de todos que sonhavam, como eu, votar em um senador do MDB em outubro.

Por isso, e muitos outros motivos que poderia descrever, mas que o tempo se encarregará de fazê-lo, continuarei nas trincheiras do MDB, priorizando as eleições de outubro.”

 

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