Privatizações, PIB e acidentes nas manchetes desta terça-feira

26 de dezembro de 2017

 

Diário Catarinense

Feriadão de Natal tem 12 mortes nas rodovias de Santa Catarina


 

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O Globo

 

Manchete : Analistas já preveem alta de até 3% do PIB em 2018

Incerteza sobre Previdência e eleição deve causar turbulência 

Economia terminará 2017 com crescimento de 1%, o dobro do esperado, e inflação e juros em baixa

O resultado da economia neste fim de ano, com PIB em alta e juros e inflação em baixa, levou analistas a refazer previsões e projetar crescimento de até 3% em 2018. O ano de 2017 terminará melhor do que o esperado, com expansão perto de 1%, contra a expectativa de 0,5% de meses atrás. Mas a retomada deve ser turbulenta. Ainda serão computados a aprovação ou a rejeição da reforma da Previdência, com votação marcada para fevereiro, e o cenário eleitoral: o Tribunal Regional Federal da 4ª Região marcou o julgamento do ex-presidente Lula, líder nas pesquisas, já em janeiro. Se sua condenação for mantida, o petista será enquadrado na Ficha Limpa e impedido de se candidatar. 

 

(Página 15 e Míriam Leitão: “Fuga para o Planalto”)

 

 

Indulto agrava crise no Perú

Peruanos protestaram contra o indulto a Alberto Fujimori, com fotos de vítimas do regime. A decisão de libertar o ex-presidente acentuou a crise política.

(Página 19)

 

 

Falta delegado em 50% das cidades

Uma em cada duas cidades não tem delegado de polícia, mostra levantamento feito pelo GLOBO em 11 estados que reúnem mais de três mil municípios. Há casos em que moradores têm de percorrer até 100 quilômetros para ir a uma delegacia.

(Página 3)

 

 

Doleiro de Cabral pode delatar

Apontado como doleiro do esquema de Sérgio Cabral e preso no Uruguai, Vinicius Claret, conhecido como “Juca Bala”, volta esta semana ao Brasil. Como não se opôs mais à extradição, existe a chance de que faça uma delação.

(Página 4)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete : Soltura de presos expõe divisão dentro do Supremo

A Primeira Turma é favorável a 16% dos pedidos de habeas corpus e a Segunda, a 40% dos casos



Enquanto a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) é favorável, total ou parcialmente, a 16% dos pedidos de habeas corpus – incluindo os preventivos –, a Segunda tem o mesmo entendimento em 40% dos casos, informam Elisa Clavery, Marianna Holanda e Bibiana Borba, com números obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. O período analisado vai de junho de 2015 a outubro deste ano. Diante da diferença entre as decisões, advogados admitem que preparam a defesa de acordo com a filosofia de cada ministro. Até mesmo ministros do STF reconhecem a discrepância entre as turmas: Gilmar Mendes, da Segunda, chegou a chamar a Primeira de “câmara de gás”. Para especialistas, os dados revelam uma “roleta-russa” de decisões, e a consequência, segundo eles, são insegurança jurídica e perda de legitimidade da Corte. O STF não comentou os números. POLÍTICA / (PÁG. A4)

 

 

Fazenda veta socorro de R$ 600 mi para o RN

O Ministério da Fazenda negou socorro de R$ 600 milhões para o Rio Grande do Norte pagar salários atrasados de servidores. O repasse já havia sido anunciado pelo governador, Robinson Faria (PSD), que enfrenta greve de agentes de segurança. Parecer do Ministério Público, usado como justificativa pelo governo federal para o cancelamento da operação, alerta que o repasse configuraria precedente jurídico para que outros Estados e mais de 5,5 mil municípios reivindicassem o mesmo tratamento. ECONOMIA / (PÁG. B1)

 

 

Doria reduz fila de exames, mas consulta ainda é desafio

A gestão Doria reduziu a fila de espera por exames de 607 mil pedidos, em dezembro de 2016, para 234 mil em novembro deste ano com a criação do Corujão da Saúde. A lista de espera por consultas com especialistas, no entanto, subiu de 439 mil para 497 mil e os pedidos de cirurgia passaram de 91 mil para 113 mil no mesmo período. O governo diz que o aumento se deve à descoberta de “filas paralelas”. METRÓPOLE / (PÁG. A8)

 

 

DEM planeja lançar Maia à Presidência POLÍTICA / (PÁG. A5)

 

 

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Folha de S. Paulo

 

Manchete: 70% dos brasileiros são contra as privatizações

Resistência à venda é maior no Norte e no Nordeste e entre eleitores de Lula

Levantamento do Datafolha mostra que 7 em cada 10 brasileiros se opõem à privatização de estatais. A ideia é reprovada na maioria dos recortes da pesquisa, como preferência partidária e escolaridade. Só entre os que ganham mais de dez salários, 55% se dizem favoráveis. São mais resistentes ã negociação de companhias públicas, como a Eletrobras e a Petrobras, os moradores de Norte (78%) e Nordeste (76%) e os que declaram voto em Lula (80%), do PT, em 2018.0 Sudeste tem o maior índice de aprovação (25%) —67% reprovam as vendas. A privatização é rejeitada pela maioria mesmo entre eleitores de partidos que costumam apoiar desestatizações. Dos que afirmam que votarão em Geraldo Alckmin (PSDB), 55% se dizem contrários. A desaprovação é de 58% no eleitorado de Jair Bolsonaro (PSC). Em relação a eventual privatização da Petrobras, 70% dos entrevistados rechaçam a ideia, e 21% a apoiam. Uma possível participação de capital estrangeiro na estatal tem oposição ainda maior: 78%. (Mercado A11)

 

Aumenta a procura de prefeituras por parcerias com empresas. (A11)

 

PF vê indícios de caixa 3 em campanha de Maia

Em relatório de um dos inquéritos que investigam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Polícia Federal apontou indícios de que suas campanhas receberam dinheiro de empresas a mando da Odebrecht, prática chamada pelos investigadores de caixa três. A triangulação teria sido feita com a Cervejaria Petrópolis, que fabrica a Itaipava. A PF diz ter identificado R$ 200 mil que chegaram ao deputado dessa maneira na disputa eleitoral de 2014. Maia afirmou que todas as doações recebidas respeitaram a legislação. (Poder A4)

 

 

Elite brasileira tem de ter menos espírito de Miami

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B) afirma: “Se a elite tivesse menos espírito de Miami, concordaria que Lula é importante para o país. [Tirá-lo] abre espaço para Bolsonaro”. (Poder A6)

 

 

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