Pesquisa mostra que facada não provocou onda bolsonarista

Band News FM /Divulgação

Candidato do PSL oscilou dois pontos para cima, enquanto Ciro Gomes (PDT) cresceu e Marina Silva (Rede) caiu

 

 

NOVA PESQUISA

 


A pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira, 10, trouxe indícios importantes para entender como anda a cabeça do eleitor a pouco mais de três semanas da eleição. O primeiro deles é que o atentado a faca da quinta-feira, 6, não provocou uma onda bolsonarista, apesar da ampla exposição no noticiário do alvo do ataque, o candidato Jair Bolsonaro (PSL). Ele subiu dois pontos, dentro da margem de erro da pesquisa, portanto, e lidera a disputa. Mas, ao mesmo tempo, viu a rejeição a sua candidatura crescer: ela chega a 43% e é maior entre as mulheres, os mais jovens e os nordestinos, fatias importantes do eleitorado.

 

 

 

 

 

 

 

 

A pesquisa mostra uma leve reação de Geraldo Alckmin (PSDB). Pela primeira vez ele saiu do solitário dígito e passou a 10 pontos. 

 

 

Marina Silva (Rede) continua competitiva, mas sua queda foi muito acentuada. Não tanto pelo discurso, que nas últimas semanas claramente focou nas mulheres, mas porque sua “campanha franciscana”, como ela se refere ao pouco tempo de TV e aos escassos recursos, a afasta do páreo.

 

 

 

Nesta terça-feira, 11, em Curitiba, Haddad foi oficializado na cabeça da chapa petista e isso pode mudar o cenário. Antes mesmo de a disputa começar muitos analistas apostaram na possibilidade de Lula transferiu quantidade suficiente de votos a Haddad a fim de que ele seja alçado ao segundo turno, ao que parece, com Bolsonaro. Teríamos extrema direita e extrema esquerda na disputa.

 

 

Esse cenário deixa a eleição bem embolada se considerarmos que nas simulações de segundo turno, Bolsonaro perde para todos, menos para Haddad, com quem teria um empate técnico.

 

 

A pergunta de um milhão de dólares neste momento é: dada a alta rejeição a Bolsonaro, os eleitores optariam por votar em “qualquer um” que fosse com ele para o segundo turno só para não vê-lo presidente?

 

 



 

DÉCIO LIMA EM CANOINHAS

 

O candidato ao Governo de Santa Catarina, Décio Lima (PT), participou final de semana passado de encontro com  lideranças, militantes e movimento social da região do Planalto Norte. No sábado, 8, esteve em Canoinhas e no domingo, 9, em São Bento do Sul. Havia entrevista marcada com o JMais, mas o candidato passou mal e precisou repousar no hotel. Ele deve voltar à cidade antes da eleição e conversar com o site.

 

 

No encontro o candidato agradeceu o apoio e destacou que a região precisa voltar a ter representatividade firme no Governo de Santa Catarina, pois hoje sofre com o abandono.

 

 

“Estamos vivendo um processo histórico em Santa Catarina, um momento em que o povo catarinense se deu conta de que esses que governam o Estado há 16 anos mentiram ao afirmar que somos a Suíça brasileira. A Suíça não tem o índice de desemprego, de pessoas esperando na fila por atendimento na saúde que Santa Catarina tem e nem o baixo IDH que a nossa região do Contestado tem. Santa Catarina quer renovar!”, afirmou Lima em Canoinhas.

 

 

Por aqui, Lima estava acompanhado dos candidatos a deputados estaduais, Nilson Sousa e Carlito Merss. Já em São Bento do Sul, o candidato a deputado estadual, Casemiro Konkel, acompanhou o encontro.

 

 

 

NORMA SEM CANDIDATO A ESTADUAL

Chama atenção os santinhos que a candidata a deputada federal Norma Pereira (PSDB) vem distribuindo. Ela optou por não pedir votos para nenhum candidato a deputado estadual. Esperava uma sinalização de Leoberto Weinert (MDB), mas o ex-prefeito de Canoinhas optou por apoiar Chiodini (MDB). É bom lembrar que o MDB está coligado com o PSDB na proporcional em SC.

 

 

 

 

 

BANDEIRA ÓBVIA

Candidato a deputado estadual Kennedy Nunes (PP) teu usado como bandeiras de campanha ser Ficha Limpa e ser contra a pedofilia. Ser Ficha Limpa, em tempos de corrupção generalizada, até pode ser uma virtude, agora ser contra a pedofilia nos leva a uma pergunta óbvia: existe alguém em sã consciência a favor da pedofilia?

 

 

 

 

 

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