Pesquisa do DataFolha, Cortes no Saúde da Família e Bolsa cai 2,8% em destaque

Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil

11 de Outubro de 2018

 

Diário Catarinense


 

SC pode se tornar referência mundial em inovação até 2030

 

 

Datafolha divulga a primeira pesquisa para a Presidência no 2º turno

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O Globo

 

Manchete : Datafolha: Bolsonaro tem 58% e Haddad, 42%

Vantagem de 16 pontos percentuais é a maior, neste ponto, desde 2002

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, aparece com 58% dos votos válidos(excluídos nulos e brancos)contra 42% para o petista Fernando Haddad na primeira pesquisa Datafolha de intenção de voto deste segundo turno.

Na série histórica, é a maior vantagem neste ponto da corrida desde 2002, quando Lula foi eleito. Bolsonaro atraiu mais simpatia entre quem votou em Geraldo Alckmin (PSDB) e João Amoêdo (Novo) no primeiro turno. Haddad cresceu mais entre eleitores de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede). (Pág. 4)

 

 

Fala de candidato do PSL sobre economia afeta mercado

Investidores reagiram mal às declarações de Bolsonaro indicando que a reforma da Previdência seria discutida só em 2019 e que a Eletrobras não seria privatizada em seu eventual governo. Analistas viram “choque” com as ideias do guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes. O dólar subiu 1,40%, e a Bolsa caiu 2,8%. (Págs. 21 e 22)

 

‘Apoio crítico’ do PDT esfria frente pró-Haddad

O PDT de Ciro Gomes anunciou seu “apoio crítico” ao PT,sem participar da campanha. Decisão é revés para plano de Jaques Wagner, coordenador da campanha petista, de formar uma frente de seu candidato com Marina, FH e Ciro. Em nova fase, Haddad se descola da imagem de Lula e explora o verde e amarelo. (Pág. 6)

 

 

Entidades repudiam casos de agressão

Relatos de agressões a ativistas políticos e minorias levaram entidades como Anistia Internacional e Grupo Arco-Íris a denunciar a violência causada por ódio político nesta campanha. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, mudou de tom e condenou a violência, dizendo que dispensa o voto de quem a pratica. (Pág. 10)

 

 

Witzel busca apoio, e Paes, neutralidade do clã Bolsonaro

Enquanto a estratégia de Wilson Witzel (PSC) é colar em Bolsonaro, Eduardo Paes (DEM) articula neutralidade do clã na disputa. (Pág. 12)

 

 

Perillo, do PSDB, é preso ao depor em caso sobre propina

Suspeito de ter recebido R$ 12 milhões em propinas da Odebrecht em troca de beneficiar a empresa em obras públicas durante sua gestão, o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, do PSDB, foi preso preventivamente enquanto prestava depoimento à Polícia Federal. (Pág. 11)

 

 

Cortes no Saúde da Família serão piores em áreas mais pobres (Pág. 14)

 

 

Cara a cara 

Candidatos devem fazer só dois debates na TV (Pág. 8)

 

 

Lava-jato peruana – Keiko Fujimori na cadeia 

Filha do ex-presidente do Peru Alberto Fujimori, já preso, Keiko foi detida, acusada de corrupção no escândalo da Odebrecht. (Pág. 25)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete : Propostas para Previdência elevariam custos a R$ 310 bi

Com capitalização proposta por Bolsonaro e Haddad, gastos seriam crescentes até chegar a esse valor em 2040

Se as propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de adotar um regime de capitalização para a Previdência vingarem, o custo anual para os cofres do INSS seria crescente ao longo dos anos e chegaria a R$ 310 bilhões em 2040. E, em 2050, atingiria R$ 500 bilhões, o que obrigaria o governo a aumentar o endividamento público para cobrir o rombo.

No modelo proposto pelos candidatos, cada trabalhador teria uma conta para poupar apenas para sua aposentadoria. No regime atual, de repartição, os trabalhadores que estão na ativa financiam a aposentadoria dos idosos. O cálculo da área econômica do governo leva em conta que o novo modelo – em que as contribuições do trabalhador são colocadas em um fundo para serem sacadas no futuro, com correção – só seria adotado para os iniciantes no mercado de trabalho (nascidos a partir de 1999). O restante da força de trabalho continuaria no regime previdenciário atual. (Economia / Pág. B1)

 

 

Os candidatos e suas equipes 

Enquanto Fernando Haddad (PT) reformula sua equipe de assessores para agregar parlamentares e nomes indicados por partidos que o apoiam no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL) se mantém fiel à estrutura que montou na primeira fase da campanha, dividida em três núcleos: o familiar, o econômico e o militar. São esses nomes que devem compor a base de um novo governo, a depender do candidato que for eleito no próximo dia 28. (Política / Pág. A8)

 

 

Declaração faz ação da Eletrobrás cair

As críticas de Jair Bolsonaro à possível privatização da Eletrobrás fizeram com que as ações da empresa caíssem 9,11% ontem. O dólar subiu 1,28%, para R$ 3,76. (Pág. B3)

 

 

Médico avalia datas para nova cirurgia de Bolsonaro

Jair Bolsonaro (PSL) deverá passar por nova cirurgia, para fechamento da colostomia, logo após eventual posse, caso eleito, segundo o cirurgião-chefe da equipe médica do candidato, Antônio Luiz Macedo. O procedimento requer duas semanas de recuperação. Por recomendação médica, ele não vai participar de debates até o dia 18. (Política / Pág. A10)

 



16 pontos na frente no 2° turno

Pesquisa Datafolha mostra Bolsonaro com 58% das intenções de voto; Fernando Haddad tem 42%. (Pág. A4)

 

 

Aeroporto no interior fecha para evitar resgate do PCC

O aeroporto de Presidente Venceslau, no oeste de São Paulo, vai ficar fechado por 20 dias por determinação da Justiça depois da descoberta de um plano de resgate do PCC. O alvo da ação seria a penitenciária onde está Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. A cidade recebeu tropas de forças táticas da PM e dois helicópteros. (Metrópole / Pág. A17)

 

 

Perfil da Câmara está mais militar, feminino e jovem

Com um índice de renovação de 52%, o maior em 20 anos, a nova Câmara dos Deputados será mais jovem, com ampliação da representação de mulheres e negros. A participação de militares também cresceu. Um em cada 5 dos 243 eleitos que nunca ocuparam uma cadeira na Casa tem até 35 anos. (Pág. A11)

 

 

Propina leva filha de Fujimori à prisão

Keiko Fujimori, líder do partido de oposição peruano Força Popular, é acusada de receber ilegalmente US$ 1,2 milhão da construtora Odebrecht. (Internacional / Pág. A15)

 

 

PT planeja anunciar ministros antes do 2° turno (Pág. A7)

 

 

PF prende ex-governador de GO Marconi Perillo (Pág. A14)

 

 

PDT anuncia ‘apoio crítico’ a Haddad (Pág. A10)

 

 

Seminovos em oferta

A Força Aérea colocou à venda 11 caças supersônicos Mirage 2000 C/B, que formaram a elite da aviação brasileira de combate entre 2005 e 2013. O lote completo sai por US$ 508 mil – uma aeronave nova custa até US$ 45 milhões. (Metrópole / Pág. A18)

 

 

A renovação do Congresso

O Congresso formado pela ânsia de renovação é totalmente imprevisível – e isso apenas reforça a necessidade de um amplo compromisso nacional pela governabilidade. (Pág. A3)

 

 

Mais apertos para os pobres

O cartel do frete prejudica a produção, a exportação, o abastecimento e o bem-estar dos pobres. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete : Bolsonaro, com 58%, tem 16 pontos a mais que Haddad

Petista, com 42% dos válidos, perde em todas as regiões do país, menos no Nordeste, diz Datafolha

Jair Bolsonaro (PSL) tem 58% das preferências, contra 42% de Fernando Haddad (PT), na primeira pesquisa Datafolha após o 1º turno da eleição presidencial, considerando-se os votos válidos, que excluem os brancos e nulos e os indecisos. No pleito de domingo (7), o deputado conseguiu 46% dos votos válidos, e o ex-prefeito de São Paulo, 29%. Pelo total dos votos, o candidato do PSL tem, de acordo com o levantamento realizado ontem, 49% das intenções, ante 36% do petista. Votos brancos e nulos somados são 8%, e 6% dos entrevistados estão indecisos. Bolsonaro é o preferido entre os mais ricos (62%) e os mais escolarizados (58%). Na divisão por regiões, ele perde para Haddad somente no Nordeste (52% a 32%). Em relação à escolha feminina, há equilíbrio, com empate na margem de erro (2 pontos para mais ou para menos):42% delas escolhem Bolsonaro, e 39%, Haddad. O 2º turno será realizado no dia 28, o último domingo deste mês. (Eleições 2018 A4)

 

 

Deputado fala em limite à privatização e Bolsa cai 2,8%

O mercado reagiu mal a declarações de Jair Bolsonaro (PSL), derrubando a Bolsa e levando o dólar a R$3,75. O presidenciável disse ser contrário à privatização na área de geração de energia elétrica e que não pretende aprovar a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer(MDB). No exterior, o dia também foi negativo. (Mercado A24)

 

 

Candidato do PSL quer Bolsa Família maior e renomeado

Caso eleito, Jair Bolsonaro (PSL) tem duas propostas para a área social com custo de R$ 100 bilhões por ano. Quer renomear o Bolsa Família, ampliando a dimensão e unificando benefícios sociais, e universalizar as creches para crianças de até 3 anos. (Mercado A21)

 

 

Eleições 2018

 

Paulo Guedes nega fraudes e diz que investigação é para confundir eleitor (A23)

Ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) é preso em depoimento (A18)

No 2º turno, Lula some da campanha de Haddad e Bolsonaro ataca PT (A14)

Análise – Mauro Paulino e e Alessandro Janoni

Haddad depende da reconquista da classe média pendular (Eleições 2018 A6)

 

 

Contra a parede

Foi ensurdecedora a reação ao “Ele Não” no telão do show de Roger Waters na terça (9), em São Paulo. Os poucos aplausos e muitas vaias dos 40 mil presentes silenciaram o ex-Pink Floyd por quase 5 minutos. (Ilustrada)

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