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O que as lombadas têm a ver com educação?

Polêmica lombada da rua Coronel Albuquerque/Edinei Wassoaski/JMais

Ederson Mota aborda tema polêmico em Canoinhas                                                            

 

LOMBADAS E EDUCAÇÃO

O melhor  da educação é a mudança de comportamento dos aprendizes que tentam melhorar seus desempenhos em suas ações. São os aptos; agora sempre existem os inaptos que causam problemas os mais variados, o que significa que a educação falhou. Para esses, os procedimentos deveriam ser repetidos, até a exaustão, sem o direito de receber uma habilitação para dirigir qualquer tipo de veículo enquanto não obtiverem as competências necessárias, a prudência, por exemplo, a paciência, a obediência aos sinais e  aos limites de velocidade e outras normas fundamentais para conduzir veículos automotores.

 

 

Dessa forma, as lombadas não seriam mais necessárias, lembrando-se ainda na aplicação de multas importantes para os reincidentes, lembrando que o bolso é a parte mais importante do homem moderno.

 

 

Entre a multiplicação de lombadas e a educação, prefere-se a segunda por ser mais eficiente e duradoura, embora estejamos num país onde educar passou a segundo plano, encarado tão somente como despesa e não como investimento.

 

 

Lombadas eletrônicas seriam mais eficientes, pois aumentariam a arrecadação dos municípios e diminuiriam a velocidade dos veículos. Agora nada substitui uma educação eficiente e rígida para quem insiste em persistir no erro de atentar contra a vida.

 

 

E agora? Agora é aguardar uma legislação mais rígida e multas mais elevadas para os que não valorizam a vida.

 

 

 

ATENÇÃO FAZ BEM                               

É preciso ficar atento aos acontecimentos cotidianos e analisar o ambiente onde a vida se desenrola.

 

 

Atenção às pessoas que nos cercam, suas índoles, suas intenções, por  que e como surgiram em sua vida?

 

 

Tudo tem um objetivo, uma finalidade, mas afinal você conhece realmente as pessoas com as quais convive?

 

 

A sinceridade, o padrão moral, a integridade são marcas importantes das pessoas e normalmente refletem a paz, a prosperidade e a segurança.

 

 

Você conhece pessoas assim? Que desejam o melhor para os outros, sem pestanejar, sem vacilações ou outros interesses?

 

 

Ou a raridade tomou conta dos brasileiros e o que existem são exceções nesse universo de impunidade, imunidade e burla às leis vigentes?

 

 

Porém, existe a possibilidade de corrigir essas tristes deformações de caráter; é prestigiar aqueles autênticos brasileiros que pretendem melhores dias para esse país.

 

 

E agora? Agora é mudar o jeito de pensar e navegar em outros mares sem a infestação das idéias poluídas. Felizes escolhas em 2018 para todos!

 

 

MENTIRAS E ARMAÇÕES   

As mentiras infestam o país e até as mais sólidas instituições nacionais.

 

 

Mente-se descaradamente em todos os níveis de relações humanas e quem ousa falar a verdade ou manifestá-las, imediatamente, precisa ser desacreditado porque pode se tornar perigoso e inconveniente.

 

 

Mas crianças inocentes falam a verdade, assim como idosos que já cumpriram suas obrigações sociais, porém todos menosprezados pela inexperiência ou experiência em demasia.

 

 

A justiça faz investigações profundas e descobre, em tempos de lava-jato verdades escabrosas, todas camufladas, envolvidas por mentiras cabeludas, densas, fugidias, subterfúgios, emaranhados.



 

 

A verdade vem à tona e, ainda assim, a mentira tenta desmoralizá-la e o que é pior, conta com inúmeros adeptos. Recursos às centenas, entopem os tribunais, na tentativa de transformar  mentiras em meias verdades.

 

 

Você tem coragem de mentir descaradamente somente para ocultar uma falha ou salvar a própria ou a pele de alguém?

 

 

Se buscamos tanto a verdade, por que o temor de encará-la?

 

 

E agora? Agora temos a oportunidade de fazer valer a verdade, doa a quem doer. A hora da luz chegou. Xô, escuridão!

 

 

VIOLÊNCIA INÚTIL     

O ser humano é belicista e violento por natureza, basta verificar a história para concluir que enquanto a maioria tenta apaziguar ânimos, alguns poucos cometem atrocidades contra aqueles da própria espécie.

 

 

Somos iguais e ao mesmo tempo diferentes em nossas reações e vemos mentes destrutivas eliminar mulheres e crianças, inocentes, idosos e outros em nome da vingança, da loucura, da insensatez, da monstruosidade.

 

 

Antes de destruir um outro ser semelhante é melhor destruir-se, anular-se, sumir nos labirintos desse vasto mundo. Não, mentes criminosas têm sede de sangue, de sacrifícios, de expressar seu poder ferino diante da sociedade, da multidão, da mídia, como se o mal e seus representantes, que são numerosos nesse mundo, necessitasse cada vez de mais divulgação.

 

 

Como punir facínoras incorrigíveis, como neutralizá-los para sempre? Por que agem dessa forma tão agressiva e destruidora de lares, de famílias, de relacionamentos, sem se importarem com as leis e com as consequências de seus atos demolidores?

 

 

O que se observa, infelizmente, são as sementes do mal que quando encontram o local adequado, germinam de forma rápida e mortal. O bem deve vencer e superá-lo, porque ninguém deseja o caos e a desumanização da espécie humana.

 

 

E agora? Agora é o momento de punir e aplicar a lei de forma implacável contra os propagadores do mal que cada vez mais adeptos conquistam nesse Brasil imenso.

 

 

IMPACIÊNCIA E INTOLERÂNCIA       

Quando alguém anuncia “é preciso esperar alguns minutos até o atendimento”, a impaciência vem à tona, e os relógios e celulares passam a contar as horas com frenesi. Da impaciência passamos à intolerância e inicia-se um processo de revolta e indignação.

 

 

O egoísmo, o pensar somente em si se manifesta, enquanto isso, os demais presentes, na mesma situação, aguardam com aparente resignação. Olha-se o relógio, o celular, a senha quase que simultaneamente, e enquanto não for chamado até um suor frio corre pela face. Interiormente, aposta-se na ausência de alguém para que reduza-se o tempo de espera, para que a atenção, os holofotes voltem suas luzes somente para o impaciente.

 

 

Na cultura de filas, senhas, agendamentos, horas marcadas, pouca exatidão existe, porque sabe-se que o último suspiro não foi dado; seu nome – esperança.

 

 

É o que move essa nação gigantesca e equilibra suas diferenças gritantes, é o que rebate, por enquanto, o declínio da impaciência e o derrotismo da intolerância. “Mas esse exame foi agendado para abril de 2019?” “Esse pagamento será feito em março de 2018” e outras justificativas desumanas.

 

 

E agora? Agora é preciso rever a equipe que faz o povo perecer e trocá-la antes que seja tarde. Haja paciência!

 

 

 

 

 

 

 

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