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A hora de Mariani

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Edinei Wassoaski avalia que apoio de Pinho Moreira a Mariani é fator decisivo para sua candidatura                                                                             

 

O gesto do vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) de declarar apoio à pré-candidatura de Mauro Mariani (PMDB) ao Governo do Estado se mostra um dos mais significativos desta temporada de especulações. Não é segredo para ninguém que os dois protagonizaram grande rivalidade dentro do partido e só apaziguaram os ânimos quando ainda sob a batuta do finado Luis Henrique foram chamados a manter o partido unido.

 

     Agora, sem LHS, muitos apostavam no desmantelamento do PMDB estadual provocado pelas divergências internas. O gesto de Pinho mostra que houve entendimento pelo menos entre ele e Mariani. No Planalto Norte há uma grande vontade suprapartidária de apoiar Mariani, considerando a afinidade dele com a região. A avaliação dos prefeitos é de que independente do seu desempenho como possível governador para o Estado, o Planalto Norte terá a tão esperada chance de ter um governo de fato voltado para suas prioridades, algo que, enfatize-se, nunca se viu antes.

 

    Equacionada a questão entre Mariani e Pinho Moreira, parte do PMDB vê em Udo Dohler um nome mais compatível com as demandas da sociedade: ao estilo prefeito empresário, Dohler vem pavimentando um caminho promissor, ao estilo de seu mentor, LHS, aliás, também padrinho de Mariani. O prefeito de Joinville tem tudo  para ser um adversário de peso se decidir disputar a vaga ao governo com Mariani. Caberá ao diretório indicar o nome mais apropriado, um belo dilema para o partido.

 

    Ademais, o gesto de Pinho Moreira sepulta de vez a polialiança que elegeu LHS e Colombo, cada um, por duas vezes. O PSD já trabalha abertamente o nome de Gelson Merisio, com apoio aberto de Colombo.  Com dois pré-candidatos de peso, o PMDB precisa avaliar se ter um só nome para trabalhar desde já não seria mais produtivo do que ter duas especulações no ar.

A PROPÓSITO: Raimundo Colombo (PSD) está prestes a completar três anos sem botar os pés em Canoinhas. É de longe um dos piores governadores para a cidade e região. Amigo pessoal do prefeito de Mafra, por lá já esteve duas vezes no último ano.

 

 

Amadores

Aliados do prefeito Beto Passos (PSD) avaliam que quem tentou prejudicá-lo disseminando nas redes sociais o print do portal da transparência que mostrava o empenho para compra de dois iPhones 7 para o gabinete erraram pela pressa, dando a chance de Passos se colocar como vítima.

Se tivessem esperado a compra ser efetivada e aí então disseminassem os prints encurralariam o prefeito que ou assumia a compra ou devolvia os aparelhos tendo de passar pelo constrangimento de pedir desculpas à população.

Outra avaliação de aliados: os prints saíram de dentro da prefeitura, de opositores que ocupam cargos chave na administração.

 

“Somente quem trabalha diariamente com isso se daria o trabalho de entrar no portal e printar a compra”

de um aliado de Passos, sobre os prints disseminados nas redes sociais. Para ele os 12 anos de PMDB no poder deixaram raízes profundas no Executivo

 

 

 

 

Adriana Bonin /Divulgação

CELESC INVESTE

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, se reuniu com prefeitos da região nesta quarta-feira, 26, em Canoinhas, na sede da Associação Empresarial. Siewert prometeu R$ 1,1 milhão em investimentos na região em 2018. Uma das obras previstas é a construção de uma subestação no Rio da Areia que atenderia Canoinhas, Irineópolis e Bela Vista.

 

 

 

Distritão em questão

Nem só de denúncia contra Temer deve viver o Congresso Nacional neste segundo semestre. Um dos assuntos em pauta é a reforma política, que deve contemplar pelo menos dois pontos polêmicos: a criação de um fundo partidário de R$ 3,6 bilhões para suprir a falta de financiamento de empresas e a questão do voto distrital. Na prática, esse modelo permite uma disputa regional entre candidatos pelo voto do eleitor. O Planalto Norte, por exemplo, poderia ter direito a uma vaga. O sistema é interessante, mas seus críticos dizem que ele favorece quem já está nas casas legislativas. A conferir.



 

 

Divulgação

BEM NA FOTO: Eduardo Pinho Moreira e Mauro Mariani no sábado, 22, em Laguna, na bica da Carioca. Dizem que os que visitam a fonte, fundada em 1863, são bem-sucedidos em suas missões. Luis Henrique da Silveira também já esteve no local a convite do vice-governador. A selfie foi feita pelo próprio Pinho Moreira e tem ao fundo o ex-governador Paulo Afonso e Cacildo Maldaner.

 

 

 

 

Boa ideia

O 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma implementou uma boa ideia para se aproximar da população. Através do whatsapp qualquer cidadão pode enviar denúncias com a garantia da identidade preservada.

A Companhia de Policiamento Tático recebe os relatos, avalia e, se necessário, parte para o atendimento o mais rápido possível.  A ideia é de se adequar à maneira como as pessoas se comunicam hoje em dia.

 

RÁPIDAS

OPS: Alan da Silva é primo  e não sobrinho do prefeito Beto Passos.

 

MAIS UM: deputado estadual Valdir Cobalchini (PMDB) publicou artigo condenando as Agências de Desenvolvimento Regional.

 

600: denúncias já foram registradas por irregularidades no FGTS em SC.

 

DO SEU BOLSO: se o fundo eleitoral de R$ 3,6 bi for aprovado, vai superar o orçamento anual de 16 capitais, como Florianópolis, com orçamento anual de R$ 2,3 bilhões.

 

ADEMAIS: esse dinheiro vai ficar sob os cuidados de tesoureiros como Leodegar Tiscoski, catarinense denunciado no escândalo da “farra das passagens” que administra o dinheiro do PP.

 

JUSTIÇA: Uma decisão judicial mandou indenizar dois casais catarinenses que tiveram os filhos trocados na maternidade. A cidade onde aconteceu a troca não foi divulgada para preservar os bebês.

 

REFORÇO: Depende apenas de parecer favorável da consultoria jurídica o lançamento do edital para contratação de 300 bombeiros em SC.

 

R$ 18,6 BILHÕES: é quanto o INSS deixa de economizar caso a reforma da Previdência não seja aprovada neste ano, calcula a Fazenda.

 

PERGUNTA PERTINENTE:

Qual novo modelo administrativo pode suprir a falta de atenção do governo à região?

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