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Disputa pelo Governo do Estado já começou

Pinho Moreira, Mariani e Cacildo Maldaner em reunião do PMDB/Arquivo

Edinei Wassoaski analisa a troca de farpas dentro do PMDB e a repercussão nas eleições de 2018                                                                                            

 

A troca de farpas entre peemebistas de alto escalão no Estado pela coluna de Moacir Pereira no jornal Diário Catarinense mostra que a disputa pela vaga de candidato a governador em 2018 não é ponto pacífico no partido. Pelo menos não para Eduardo Pinho Moreira, que diz que o partido tem três pré-candidatos – ele próprio, o presidente estadual da sigla Mauro Mariani e o prefeito de Joinville, Udo Dohler.

Cutucou a onça com a vara curta ao criticar o senador Dario Berger e ajudou, mais uma vez, a impor a discórdia no partido. Faltou, novamente, Luiz Henrique da Silveira para pacificar as coisas.

Já nessa combustão de emoções, o governador Raimundo Colombo (PSD) confirmou que mais uma vez vai renunciar no primeiro semestre do último ano de governo para concorrer ao Senado. Pinho Moreira, pela terceira vez, vai ter seus nove meses de governador. Ótimo negócio para ele que pela brincadeira já garante aposentadoria de R$ 30 mil para o resto da vida, podendo repassar metade disso para sua eventual viúva.

Ao contrário do que pode parecer pelo fogo amigo, o PMDB já tem candidato. Parece claro que Mariani detém apoio da maioria dentro do partido. Udo é a novidade, mas Mariani conseguiu a façanha de, até agora, passar incólume pela onda devastadora da Lava Jato. Ao contrário de Udo, está na estrada há muito tempo e a presidência estadual do partido é só mais um dos indícios que o avalizam para a disputa. Tem, ainda, a promessa do próprio Luiz Henrique que, no dia de sua morte, voltou a prometer que 2018 seria o ano de Mariani.   

Muito bem articulado, Mariani pavimentou por anos o caminho até aqui e por mais que o apelo ao “não político”, que uma ala do partido tenta colar a Udo, nem o prefeito de Joinville, muito menos Pinho Moreira, devem atrapalhar o destino do deputado.

 

A PROPÓSITO: Udo Dohler banca o mineirinho quando questionado sobre a disputa. “Ainda é cedo para falar sobre 2018”, disse ao colunista Jefferson Saavedra. Posição diferente dessa, promete, só no segundo semestre.

 

 

Processo suspenso

Ainda repercute na Câmara de Vereadores a suspensão pela Justiça de um edital de licitação para contratação de empresa que cuidaria da iluminação pública de Canoinhas ao custo de R$ 2 milhões. Vereador Paulinho Basílio (PMDB) fez uma série de questionamentos ao prefeito Beto Passos (PSD) sobre o certame, o que causou irritação no líder do governo Paulo Glinski (PSD).

Na terça-feira, 27, o requerimento foi rejeitado com voto de minerva do presidente da Casa, Wilmar Sudoski (PSD). “Estamos aqui para fiscalizar, se não podemos fazer isso então não sei para o que servimos”, reclamou Camila Lima (PMDB).

Basílio diz que só quer saber por que o Município ignorou três sugestões da comissão de licitações no sentido de que o processo estava errado.

 

“O PMDB não tem três candidatos. Quem tem três não tem nenhum”

Do senador Dario Berger (PMDB) em carta com resposta dura às críticas feitas pelo vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) a ele

 

 

ERVA-MATE

Empresários da indústria da erva-mate de Canoinhas e região na Assembleia Legislativa na quarta-feira, 28. O deputado Antônio Aguiar criou a ‘Frente Parlamentar da cadeia produtiva da Erva Mate’ para abrir um canal para incentivar a cultura de grande importância para a economia e geração de empregos na região e no Sul.

 

Deboche

O Instituto Geral de Perícias (IGP) está entregue a própria sorte em toda a região. Em Canoinhas faltam recursos para comprar desde o cafezinho até itens básicos de escritório, mas a cidade, pelo menos, tem um artigo em extinção: um perito. Não é o caso de Porto União, que nem perito tem. Há outras cidades da região em estado pior. Em Canoinhas os funcionários bancam várias despesas que tinham de ser pagas pelo Estado, que finge que não é com ele. Agora, no entanto, com a licença da ironia, todos os problemas do IGP de Canoinhas e Porto União estão resolvidos: o Governo alardeou que vai mandar uma viatura para cada uma das unidades. Será que vai ter como abastecer?

 

 

SEGURA!!!: Beto Passos carregando a garotada no Domingo no Parque, promoção da prefeitura que deve se repetir no próximo mês. A primeira edição do evento aconteceu no domingo, 18.

 

 

 

 

 

Pra inglês ver

A Assembleia Legislativa de SC fez mais um desfavor ao Estado ao rejeitar em segunda votação o projeto de lei que tornava impositivo o orçamento regionalizado. Isso uma semana depois de ter aprovado o projeto em primeiro turno. Foi vencido pela ausência de deputados que deviam ter algo mais importante a fazer do que votar pelos interesses dos Municípios. Isso quer dizer que a Assembleia vai continuar a mandar todo seu staff a Canoinhas uma vez por ano a alto custo de diárias e afins para ouvir nossas demandas e, quem sabe um dia, esses pedidos serão atendidos.

 

 RÁPIDAS

COOPERAÇÃO: O Tribunal de Justiça ratificou acordo de colaboração entre as comarcas de Porto União e União da Vitória, vizinhas, mas em estados diferentes.

 

QUANDO SETEMBRO CHEGAR: Prefeito Beto Passos tem conversado com duas empresas interessadas em promover a Fesmate deste ano. Seis shows nacionais estão no radar dos promotores.

 

IMPEACHMENT?: Mais da metade dos 16 deputados federais catarinenses está indecisa sobre o destino de Michel Temer (PMDB) segundo levantamento da RBS TV.

 

VALOR: Ex-prefeito de Três Barras, Elói Quege (PP), se queixa que misteriosamente as portas se fecharam para ele em Três Barras e Canoinhas. Por isso está trabalhando em Papanduva e Monte Castelo.

 

2018: De passagem pela região, deputado Marco Tebaldi (PSDB) afirmou que é a vez de Paulo Bauer ser governador.

 

UMA MÃO…: Ele apela para o PSD e o PMDB que deem a vez ao tucano, considerando o apoio que receberam do PSDB nas eleições passadas.

 

288%: foi quanto cresceu o número de prisões no Brasil em três anos por desvios de verbas públicas. Em 2013, antes da lei da delação premiada, ocorreram 135 detenções no País; em 2016 o número subiu para 524.

 

 

PERGUNTA PERTINENTE:

Qual o problema de o prefeito Beto Passos responder a um requerimento da oposição?

 

 

 

 

 

 

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