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Colombo apresenta Fundam 2 para prefeitos do Planalto Norte

Fotos: James Tavares / Secom

Em mais essa etapa do programa, os investimentos poderão ser aplicados em várias áreas

 

O governador Raimundo Colombo apresentou na tarde desta quarta-feira, 17, na Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte), em Mafra, a segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam). Essa edição prevê investimento de R$ 700 milhões, nos 295 municípios e será lançado no segundo semestre deste ano.

 

Os 10 prefeitos da região, presentes no encontro, conheceram como vai funcionar a segunda edição do programa e o balanço do que foi realizado na primeira. Os secretário executivos regionais das ADRs Canoinhas, Aloísio Francisco Salvatti, e Mafra, Abel Schroeder, também participaram do encontro.

 

“Todos os prefeitos puderam falar. Tem muitas coisas que a gente vai aperfeiçoar e melhorar. Foram boas as sugestões, inclusive em relação ao Badesc, com os juros que estavam altos e nós vamos corrigir. Eu não tenho dúvida que será um grande sucesso porque vai ajudar Santa Catarina a ficar mais forte e vencer mais rápido a crise”, disse o governador.

Em mais essa etapa do programa, os investimentos poderão ser aplicados em várias áreas, com decisão de cada prefeitura e sem a obrigatoriedade de contrapartidas do município. Depois de lançado, as equipes das prefeituras farão um trabalho em conjunto com as ADRs na elaboração dos projetos, dentro das características previstas para depois apresentar aos gestores do programa.

 

“O Fundam 2 vai vir em um momento muito importante, onde os municípios estão nessa crise financeira, e Mafra não é diferente disso. Com certeza, nós vamos investir em pavimentação das vias urbanas com asfalto, principalmente nas ruas que estão precisando, ou seja, direcionado cem por cento nisso”, destacou o prefeito de Mafra, Wellington Roberto Bielecki.

 

O prefeito de Bela Vista do Toldo, Adelmo Alberti, avaliou a nova edição do Fundam para os municípios da região. “Com certeza é uma grande ferramenta para o desenvolvimento do nosso município, no momento de dificuldade que o Brasil inteiro está passando, o Governo do Estado criar um programa que vem nos auxiliar. O primeiro foi muito importante e nesse momento, pela questão do próprio momento econômico com a queda na arrecadação dos municípios e diminuição dos repasses, ter dinheiro para fazer investimento, com certeza vai ajudar muito”.



Na primeira edição foram disponibilizados R$ 606 milhões, entre as cidades catarinenses de forma criteriosa, objetiva e apartidária, nas áreas de infraestrutura (logística e mobilidade urbana); construção e ampliação de prédios nas áreas de educação, saúde e assistência social e nas áreas de desporto e lazer; saneamento básico; aquisição de equipamentos, veículos e materiais destinados aos serviços de saúde e educação e aquisição de máquinas e equipamentos rodoviários novos, fabricados em território nacional.

 

Foram 453 convênios assinados que possibilitaram a aquisição de 976 equipamentos, máquinas e veículos, 56 obras realizadas e 1.358 ruas pavimentadas, que correspondem a 538 quilômetros lineares.

 

No Planalto Norte foram disponibilizados R$ 20,2 milhões e já repassados R$ 18,8 milhões com investimentos em infraestrutura, construção de ginásio de esportes e de centro de eventos e aquisição de máquinas, equipamentos e veículos.

 

O mesmo encontro vai ser realizado em outras associações de municípios com a participação do governador Raimundo Colombo e equipe técnica, para tratar da formatação das regras da nova edição do Fundam. O gerenciamento e o controle do programa devem ficar com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a exemplo do que ocorreu na primeira edição.

 

 

SOBREVOO NA SC-477

Momentos antes do encontro, o governador sobrevoou a obra da SC-477, com aproximadamente 100 quilômetros, que liga Papanduva a Doutor Pedrinho, no valor de R$ 223 milhões. “Ela vai integrar o Estado porque o Alto Vale do Itajaí, Médio Vale com a Região do Planalto Norte não se interligam. É uma estrada de chão, são 70 a 80 quilômetros, quase sem uso e agora, depois de toda asfaltada e bem estruturada aquela região vai ter um impacto de crescimento muito bom e vai ser ótimo para Santa Catarina”.

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