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Matérias de: Adair Dittrich

Na Áustria, entre a música e os Alpes

[dropcap]U[/dropcap]ma viagem diferente a viagem de Verona a Viena. Diferente pela paisagem. Diferente pelo trajeto. Seguíamos em direção ao nordeste mais nordeste de nosso programado itinerário.

O Adriático, bem como o Mediterrâneo no seu todo, foi ficando distante. Não mais o mar agora, não mais a maresia como companhia, não mais aquele mar e...

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Na Italia dos meus sonhos (VI)

Em Pádua de Antônio e em Verona de Nonna Thereza

 

[dropcap]N[/dropcap]um amanhecer um tanto ainda nebuloso com os raios do sol espalhando-se pelas águas do Adriático, pelas águas da Laguna de Veneza, pelas águas do grande canal, fomos deixando aquele pedaço encantado. Embarcamos num vaporeto que nos levou até a estação ferroviária onde as...

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Na Italia dos meus sonhos (IV)

Sempre com o Mediterrâneo nas adjacências há vários dias já nós circulávamos. E, por mais algum tempo por perto dele ainda permaneceríamos. Tantos lugares históricos restando para visitarmos na Itália e, infelizmente, não seria possível. Mas o imprescindível era ver Davi. Davi, a estátua de Davi em mármore esculpida por Michelangelo.

[caption id="attachment_26432" align="alignleft" width="300"] Continue lendo...

Na Italia dos meus sonhos (III)

Foto: Nápoles/www.napolisuite.com/Divulgação

Nápoles, Capri e a Gruta Azul

[caption id="attachment_26074" align="alignleft" width="300"]Ilha de Capri/Divulgação Ilha de Capri/Divulgação[/caption]

Conhecer Capri, não apenas pela ilha em si o que já é um espetáculo deslumbrante, mas pela sua famosa Gruta, a gruta incrustada em uma rocha que parece boiar sobre as...

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Na Italia dos meus sonhos (II)

Mesmo que muitos dias permanecido em Roma eu tivesse, impossível seria, nos detalhes, a tudo ver, de tudo impregnar-me e a tudo usufruir. Principalmente no que tange às obras de arte. Desfilam ante os nossos olhos intermináveis coleções de afrescos e pinturas, de pontes e mosaicos, de construções e esculturas de vários períodos históricos...

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Dissecando a Riviera Francesa (II)

Foto: Cassino de Monte Carlo/sitedecassino.com

 Desde Lisboa e a seguir, de cada cidade por onde eu passava ia enviando um cartão postal para minha mãe, para minha família e para alguns amigos. Seria a minha maneira de registrar a viagem para os outros, ao mesmo tempo em que dava notícias, embora estas notícias levassem...

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Dissecando a Riviera Francesa

Ah! A Riviera Francesa! A Côte d’Azur! O ponto de encontro das celebridades do mundo, das celebridades da vida. O místico espaço estendido entre a montanha e o mar. Entre os Alpes Maritimes e o Mediterrâneo. O consagrado território onde Paganini fez vibrar as cordas de seu violino para o deleite dos nobres de...

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Dos pastéis da Dona Nena

Mal os trens aportavam na velha estação de minha vila era uma correria só daquele povo todo para não perder a chance de saborear um pastel quentinho produzido pelas mãos de fada de Dona Nena, minha mãe.

            Qual seria o segredo daquela carne que recheava iguaria tão deliciosa? Seria o tempero? E minha...

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O horror no entardecer de um domingo

Como um prenúncio de tempestade a tarde amornara. Calor parado no espaço azul. Noite chegando sem teatral crepúsculo.

E todos ali. Naquele entardecer que se ia. No dia de trabalho que findava. Ruído de cartões sendo batidos no relógio-ponto. Portões batendo a saudade. Pessoal saindo de um turno. Outro entrando.

E a morte entrando....

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Uma flauta ecoando na floresta

Era pela floresta, pelo desconhecido que ele queria andar. Era ao encontro do pequeno, do rude, do simples que ele queria ir. Um sonho de jovem. De jovem esperançoso. E a floresta era imensa. O desconhecido era imenso. E o seu sonho era ajudar aquela gente pequena e rude e simples das pequenas e...

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Em agonia… um último aviso

... e o vermelho do sangue no cáqui da farda   Na névoa empoeirada da estrada seguia, cambaleante, um quase menino. Sim, um menino, de altaneiro semblante, com trôpego andar e nos olhos o brilho mais puro dos que conduzem bem dentro de si a certeza mais nobre de um ideal a cumprir. Era um quase imberbe menino...
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Num crepúsculo de um dia qualquer

Foto: Tela O Semeador, de Van Gogh/Divulgação
As sombras da noite ainda não chegaram. Mas ainda haveria raios de sol, se sol houvesse nesse dia. Ouvindo as músicas que entram na alma. As clássicas de outros tempos que extasiaram multidões embevecidas. Sinfonias e Concertos dos mestres da música. Porque elas me aquecem, me envolvem, me transportam. Fazem...
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Dia de Lucas, o Médico

Foto: Bezerra de Menezes que, segundo alguns, seria uma reencarnação de Lucas/Intelitera.blogspot.com
Desde o tempo em que era apenas um menino já sentia em seu âmago uma angústia muito grande ao ver alguém sofrendo as dores do corpo, as dores da alma. Nascido grego, nascido escravo, nascido de pais escravos de nobre família romana, com eles conviveu e...
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O Herói nosso de cada dia

Nas épocas que ficaram perdidas na memória do tempo os Mestres passeavam nos campos ensinando segredos e encantos ... Sem eles, o conhecimento e as lições apagar-se-iam. Com eles, somos sabedores do que existe no mundo e fora dele. O Herói nosso de cada dia é rodeado sempre de gente de todas as idades. O Herói nosso de...
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Poema para uma Criança

Outubro lembra um mundo de fantasia. Outubro é a minha fantasia. Em outubro eu me visto com as cores da Primavera e me cubro com o manto da saudade. Tanto em outubro a relembrar. A descoberta da vida em um novo poema ... E tanto a comemorar. Criança, Professor, Médico e o Outubro que se...
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A mestra inesquecível

[caption id="attachment_21066" align="alignleft" width="300"]Fotos: Acervo de Fátima Santos Fotos: Acervo de Fátima Santos[/caption] Imagens da vida reiteradamente retornam a nossa mente. Não saberia dizer quais as mais intensas e nem quais as que com maior frequência deslizam dentro destas intrincadas paisagens que, amiúde, vislumbramos. Seriam as da infância? Ou...
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Frustrações de um amigo

Largaram-me pelas livrarias. Amontoaram-me em prateleiras e estantes mil. Deixaram que a poeira do mundo se acumulasse em meu dorso. De brancas folhas, de lisas folhas, amareleci no correr dos tempos sem que mãos amigas, carinhosamente, tentassem me afagar, sem que ávidos olhos me captassem e sem que sedentos cérebros me absorvessem. Quantas e quantas vezes,...
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