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Caso da professora agredida alerta para ‘falsa equivalência’

Facebook/Reprodução

Edinei Wassoaski escreve sobre a comparação entre a agressão à professora e a Jair Bolsonaro                           

 

O assunto da semana foi o caso da professora de Língua Portuguesa Marcia de Lourdes Friggi, agredida por um aluno em Indaial. Entre as tantas manifestações pelas redes sociais – a maioria, felizmente, condenando a situação – houve quem comparasse as mensagens da professora postadas no Facebook contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC), inclusive aplaudindo uma “ovada” contra o presidenciável, com o soco no olho que ela recebeu do aluno. “Teve de volta o que prega nas redes sociais”, postou uma internauta em enquete realizada na página do JMais no Facebook. A frase curta sintetiza o que muita gente publicou.

 

     É óbvio que quem compara as situações está sendo injusto, mas a situação me chamou atenção para o que a ombudsman do jornal Folha de S.Paulo chamou nesta semana de “falsa equivalência”.

 

     Lembrando o quanto a imprensa supervalorizou o fato de Hilary Clinton ter usado email particular para trocar mensagens de trabalho quando secretária de Segurança dos EUA, dando a mesma atenção às falas misóginas e racistas de Donald Trump e ignorando que ele vinha espalhando notícias falsas com ajuda dos russos, a jornalista lança uma reflexão sobre as eleições de 2018 no Brasil.

 

     Sabemos que Bolsonaro já está em campanha. Ele é hoje o mais citado nas redes sociais e infla uma claque que parece disposta a tudo para vê-lo eleito. Com discurso de ódio contra as minorias, defesa do militarismo, da ampliação do uso de armas pelos cidadãos de um país com recorde de homicídios e da castração química de estupradores (já pensou o que um sádico impotente sexual pode fazer com suas vítimas?), Bolsonoro tem tudo para ser o ‘nosso Trump’.  Que o caso americano sirva de lição para todos nós, principalmente para a imprensa. Aos jornalistas cabe demolir as notícias falsas. De um modo geral não podemos ser ingênuos nem reproduzir declarações acriticamente. Se aqui tivermos um claro desnível intelectual entre candidatos, que isso seja exposto da maneira mais clara possível.

 

A PROPÓSITO: No caso da professora a política não tem nada a ver com o assunto. O respeito ao professor tem de ser sagrado. Se perdermos o respeito  por quem ensina, é claro sintoma de que realmente o Brasil não tem jeito.

 

 

E agora, prefeito?

Beto Passos (PSD) tem maioria na Câmara, mas ganhou duas batatas quentes em forma de leis esta semana tanto da situação quanto da oposição.

Situação até a medula, Zenici Dreher (PR) teve aprovado seu projeto que concede meia passagem de ônibus urbano para estudantes. Os opositores Camila Lima (PMDB) e Paulinho Basílio (PMDB) tiveram aprovado o projeto que estabelece ajuda de custo para universitários que vão para fora do Município. Governista, Paulo Glinski (PSD) complicou ainda mais a situação do prefeito ao derrubar o parágrafo que excluía do benefício quem faz cursos que a UnC ofereça em Canoinhas. Passos diz que vai analisar a situação com sua assessoria jurídica. Se disser não, terá de se explicar para os estudantes que aplaudiram a aprovação dos projetos na Câmara.

 

“Isso é apenas o começo. Vamos pressionar o Executivo”

da vereadora Camila Lima sobre o projeto de sua autoria aprovado na Câmara que permite o Município a ajudar universitários que estudam fora de Canoinhas

 

 

 

Edinei Wassoaski/JMais

BOA IDEIA

Capitão Lopes e Coronel Araújo durante a apresentação para a imprensa da Rede de Vizinhos na terça-feira, 22. O projeto já formou vários grupos de whats app por ruas da cidade de Canoinhas. A ideia é contar com o apoio da população para coibir o crime. Ambos estão muito animados com os primeiros resultados do programa.

 

 

 

Estado em xeque

O colunista do Diário Catarinense, Moacir Pereira, publicou nota preocupante mostrando que o Estado está à beira da falência. Mesmo assim, para agradar prefeitos, Colombo deve sair de cena distribuindo R$ 700 mil por meio do Fundam. Detalhe: quem vai pagar a conta será seu sucessor. Moacir mostra que os secretários e dirigentes de órgãos públicos se queixam da falta de recursos. A resposta da Fazenda: “Não tem dinheiro”.

 

O governo está canalizando mais de R$ 100 milhões do SCSaúde, reduzindo pela metade a alíquota de contribuição. Articula ainda transferir ao Tesouro mais de R$ 100 milhões do Porto de São Francisco do Sul, que está sendo incorporado pela SCPar.

 



 

Facebook/Reprodução

SAINDO POR CIMA: Célio Galeski (PSD) se conformou de que não vai subir para a Secretaria de Saúde, mas pediu que Beto Passos (PSD) usasse seu perfil no Facebook para elogiar seu desempenho na Secretaria de Habitação. Passos fez a vontade do secretário e não poupou elogios: “Celio Galeski tem excelentes planos para sua secretaria”, garantiu o prefeito. A conferir.

 

 

Prêmio

No sábado, 19, na sede da Afucooper, mais 55 associados da Cooperalfa,receberam sua merecida Cota-Capital.

 

Até o momento, 300 agricultores da região já foram contemplados com esse sistema de distribuição de resultados da Alfa. Somente no Planalto Norte já foram socializados

 

R$ 2,56 milhões, o que daria pra comprar, a preços de hoje, 46 mil sacas de ureia. “É dinheiro que alimenta a economia e a renda local”, afirma o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet.

 

 

RÁPIDAS

 

R$ 10 MILHÕES: foi quanto a Câmara de Canoinhas autorizou o Município a emprestar do Badesc.

 

PLANOS: A marca Besc pertence agora ao deputado federal Jorginho Melo. Ele pretende usar a marca para instalar uma cooperativa de crédito.

 

LIDERANÇA: O deputado federal Mauro Mariani (PMDB) tem o melhor desempenho legislativo da Câmara dos Deputados, segundo o site Ranking dos Políticos..

 

79%: dos brasileiros acham que o governo de Michel Temer (PMDB) naufragou e não tem mais solução segundo o Instituto Paraná Pesquisas.

 

PARCEIROS: Depois de um suspense o PP fechou questão com o PSD e vai apoiar a candidatura de Gelson Merisio ao governo.

 

RISCO: a segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios corre o risco de não sair. Isso porque o Tribunal de Contas não libera a certidão negativa pelo não pagamento dos precatórios judiciais.

 

DEPOIS DO IPHONE: Pegou mal prefeito Beto Passos (PSD) ter gasto R$ 5 mil em um sofá, aparador e cadeiras e ainda retirar o recurso da Educação. Ele disse que houve erro, o segundo em poucos meses.

 

PERGUNTA PERTINENTE:

Seria o caso de rever quem erra ao alimentar o portal da transparência de Canoinhas?

 

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