Acusados de perturbação agridem policiais em Canoinhas

Entre os acusados está um policial federal                                                                            

 

Moradores de um prédio de apartamentos do centro de Canoinhas, chamaram a Polícia Militar no fim de semana para atender a uma ocorrência de perturbação do sossego alheio. Chegando no local, os policiais foram até o apartamento e, depois de serem atendidos por uma moça que se disse responsável pelo apartamento, comunicaram a reclamação.

 

 


Logo depois de a moça se recusar a baixar o volume do som, três homens e duas mulheres saíram do apartamento e atacaram os policiais com agressões físicas e verbais. Teriam, inclusive, dito que era inadmissível que “pessoas do nível deles fossem abordados por policinhas de merda”.

 

 

Os policiais, incluindo uma soldado, pediram reforço policial. Antes da chegada do reforço, um dos homens deu um soco no rosto do policial, que revidou usando uma pistola elétrica teaser. Chamando a policial de “cadela”, a suposta dona do apartamento avançou contra ela, causando-lhe ferimentos nos braços.

 

 

Uma das mulheres que teria atacado os policiais teria filmado o conflito. Ela também teria desacatado os policiais.



 

 

Todos se recusaram a assinar o boletim termo circunstanciado e, por isso, foram levados para a Delegacia de Polícia Civil.

 

 

Na Delegacia, os acusados de terem agredido os policiais e de perturbar o sossego alheio foram autuados em flagrante pelos crimes de lesão corporal, desacato, desobediência e resistência. Pagaram fiança R$ 7 mil e foram liberados.

 

 

POLICIAL FEDERAL

Entre as pessoas que estavam no apartamento, um deles se disse policial federal, informação que foi confirmada na Delegacia. O rapaz trabalha na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde cumpre pena o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

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