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Suspeita é de que corpo de desaparecido desde 10 de junho poderia estar no poço                                                                                 

 

Bombeiros de Canoinhas e Três Barras fizeram buscas na tarde desta segunda-feira, 31, em um poço nos fundos de uma casa na rua Cidade de Valinhos, no distrito do São Cristóvão, em Três Barras. A suspeita é de que o corpo de um rapaz desaparecido de 24 anos desde 10 de junho poderia ter sido jogado dentro do poço.

 

Segundo o delegado regional Rui Orestes Kuchnir, já houve duas denúncias anônimas de que o corpo estaria neste poço. Da primeira vez, a Polícia Civil nada encontrou. Deste vez, porém, os bombeiros foram chamados e usaram uma garateia para fazer a busca e, dessa forma, descartar a hipótese de haver um corpo no poço. O equipamento é usado especialmente em casos de desaparecidos em rios.

 

O poço é raso e tem cerca de um metro de profundidade, ainda de acordo com o delegado.

 

 

 

 

Colegas de trabalho tentaram salvá-lo, mas não conseguiram                                                             

 

Valdecir Fernandes, de 38 anos morreu soterrado por serragem na manhã desta segunda-feira, 31, na empresa Energia Madeiras, que fica às margens da BR-280, no bairro Industrial número 2, em Canoinhas. Colegas de trabalho dele tentaram salvá-lo, mas não conseguiram.

 

Quando os bombeiros de Canoinhas chegaram no local, Fernandes estava somente com a cabeça de fora. Todo o corpo estava soterrado por serragem. Como o local oferecia riscos aos bombeiros, eles tiveram de fazer escoras para que o monte de serragem não desabasse sobre os soldados.

 

Cerca de 30 minutos depois os bombeiros conseguiram acessar a parte inferior do corpo da vítima que estava presa em um pedaço de madeira. Quando os bombeiros tiraram o corpo do local, constataram que Valdecir já estava morto. O Instituto Geral de Perícias foi até o local para retirar o corpo.

É importante que cada consumidor conheça o seu perfil de consumo na hora de optar entre as tarifas 

 

 

 

A partir de 1º de janeiro de 2018, os consumidores poderão solicitar a adesão à tarifa branca de energia elétrica, que é a adoção de preço diferente de acordo com o horário de consumo. Com a tarifa branca, a energia consumida fora do horário de pico será mais barata, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Entretanto, é importante que cada consumidor conheça o seu perfil de consumo na hora de optar entre a tarifa branca e a convencional.

 

 

O analista de mercado da Proteste, Rafael Bomfim, alerta que a tarifa branca pode ser muito boa ou muito ruim, dependendo do perfil de consumo. Para ele, quem optar por essa tarifa tem que ser capaz de aproveitar os horários fora de ponta. “Conheça bastante as regras e verifique a possibilidade de se adaptar aos melhores horários da tarifa”, disse. “Se é um consumidor que tem a rotina rígida, não é aconselhável”.

 

 

Com as novas regras, nos dias úteis o preço da energia poderá ser dividido em três horários: ponta, intermediário e fora de ponta. As faixas variam de acordo com a distribuidora. O horário de ponta, com a energia mais cara, terá duração de três horas, na parte da noite. A taxa intermediária será uma hora antes e uma hora depois do horário de ponta. Nos feriados nacionais e nos fins de semana, o valor é sempre fora de ponta.

 

 

Aderir à tarifa branca será opcional e estará disponível para as novas ligações e com unidades que consomem mais de 500 quilowatts-hora (kWh) por mês. Em um prazo de 12 meses, será oferecido para unidades com média anual de consumo superior a 250 kWh por mês e, em até 24 meses, para as demais unidades consumidoras.

 

 

Atualmente, existe apenas a tarifa convencional, que tem valor único cobrado pela energia consumida e é igual em todos os dias, em todas as horas. A tarifa diferenciada não valerá para os grandes consumidores, como as indústrias, nem para quem é incluído na tarifa social de energia.

 

 

Para aderir à tarifa branca, os consumidores precisam formalizar sua opção na distribuidora, e quem não optar por essa modalidade continuará sendo cobrado pelo sistema atual. “Nós alertamos para o consumidor não migrar por impulso para a tarifa branca, para não ter surpresa ruim na conta”, disse Bomfim, explicando que será possível retornar para a cobrança convencional, caso o consumidor não se adapte.

 

 

Também será preciso instalar um novo tipo de medidor de energia. A troca deverá ser feita em até 30 dias e os custos do medidor e do serviço serão de responsabilidade da distribuidora.

 

 

No site da Aneel, estão disponíveis exemplos de situações em que é mais vantajoso migrar para a tarifa branca.

 

 

Capacidade do sistema

A tarifa branca cria condições que incentivam alguns consumidores a deslocar o consumo dos períodos de ponta para aqueles em que a rede de distribuição de energia elétrica tem capacidade ociosa.

 

 

O consultor de energia do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite, explica que o sistema de energia é projetado para atender à máxima demanda, mas que, na maior parte do dia, fica ocioso. “A tarifa branca é uma política adequada, ela é boa porque acaba barateando e dando mais eficiência ao sistema como um todo”, disse.

 

 

Para Leite, em longo prazo, a medida pode ajudar a adiar os investimentos. “Anualmente, o número de consumidores cresce. Então, para atender à demanda está sendo prevista uma carga máxima do sistema. Se consegue deslocar esse pico, o investimento pode ser postergado e isso pode gerar benefícios na tarifa”, explicou.