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Porto União foi a cidade da região que mais colocou habitantes para se exercitar

 

Canoinhas colocou menos pessoas para se exercitar no Dia do Desafio na quarta-feira, 25. Em termos percentuais, a cidade teve 38,71% da população fazendo alguma atividade física, ante 55,52% da cidade cubana de Florida.

Porto União competiu mais uma vez com uma cidade da Venezuela: Ortiz. O resultado garantiu a vitória da cidade brasileira com 71,90% contra 20,98% de Ortiz. Bela Vista do Toldo e Três Barras também conseguiram vencer o desafio com as cidades com as quais competiam.

O Dia do Desafio foi criado nos anos 1980, no Canadá, com a proposta de despertar o interesse das pessoas pela prática de esportes e atividades físicas, por meio de uma competição entre cidades.

Coordenado pelo Sesc, desde 1995, o Dia do Desafio é uma iniciativa da TAFISA – The Association For International Sport for All – conta com o apoio da ISCA International Sport and Culture Association e da Unesco e trata-se de uma realização das Prefeituras Municipais.

É um movimento comunitário que envolve poderes públicos, instituições privadas e cidadãos trabalhando em parceria para mobilizar o maior percentual de participantes em relação ao seu total de habitantes.

 

NÚMEROS

Canoinhas 20.429
Porto União 24.080
B Vista do Toldo 517
Irineópolis 2.238
Major Vieira 2.003
Papanduva 1.967
Três Barras 2.240
Monte Castelo 2.242
Total 55.716 pessoas se exercitando

 

CONFRONTOS 2016
Canoinhas 38,71% x 55,52% Florida (Cuba)
Bela Vista do Toldo 8,61% x 5,72% El Adelanto (Guatemala)
Três Barras 12,36% x 2,50% San Sebastian (El Salvador)
Irineópolis x Barreira (Ceará) = resultado não divulgado
Porto União 71,90 % x 20,98 Ortiz (Venezuela)
Papanduva 10,97% x 81,25% Salto do Lontra (Paraná)
Monte Castelo 26,86% x 29,11% Bofete (São Paulo)
Major Vieira – autodesafio – superar a mobilização de 2015 (36%) = 25,74%

Uma das ações do Observatório foi denunciar irregularidades no edital de construção do prédio da Câmara de Canoinhas

 

Um grupo de mestrandos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) mobiliza as principais instituições públicas e privadas do Estado para criar o Observatório Social de Santa Catarina. Nos moldes dos observatórios sociais municipais, que existem em 18 cidades catarinenses, controlando os gastos das prefeituras, o Observatório de Santa Catarina vai atuar no controle dos gastos públicos de órgãos de âmbito estadual. O que falta é um observatório que fique de olho nas contas do Estado.

A partir dessa necessidade, um grupo de 11 alunos de mestrado em Administração da Udesc se organizou para criar um Observatório Social Estadual em Santa Catarina. Até o momento, não há nenhum observatório estadual criado no Brasil. Santa Catarina é pioneira com essa iniciativa.

A ideia surgiu na disciplina Policy Advocacy, ministrada pelos professores Leonardo Secchi e Leandro Schmitz. Policy Advocacy pode ser traduzido como “defesa de políticas públicas”. Nesta disciplina, voltada à administração pública, o grupo discute a formatação, divulgação e implementação de políticas públicas nas mais diversas áreas. Neste ambiente de debate, o grupo concluiu que Santa Catarina precisa de um observatório social com foco no controle social das contas do Estado.

Os municípios possuem a rede de observatórios sociais municipais bem estruturada. Estima-se que, desde 2005, quando foi criado o primeiro observatório social municipal, já houve uma economia de R$ 1 bilhão em recursos públicos nas cidades. A União possui órgãos de controle atuantes, como prova a Operação Lava-Jato. Mas os Estados estão carentes desse olhar social para seus gastos. O que se pretende é criar uma instituição organizada pela sociedade civil que trabalhará em parceria com os órgãos de controle institucional no combate à corrupção e ao mau uso do dinheiro público.

Outro objetivo do Observatório Social Estadual é atuar na conscientização da comunidade, educando e prestando esclarecimentos, a fim de aumentar sua participação no exercício da cidadania.

 

ETAPA DE PARCERIAS

O projeto está na fase de mobilizar os parceiros. Durante todo o mês de junho, estão programadas as visitas a órgãos públicos de controle institucional, federações, associações, sindicatos e ONGs para colher as assinaturas de apoio à criação do órgão. Nesses encontros, os mestrandos esclarecem o papel do Observatório Social e a importância do apoio de instituições da sociedade civil e dos próprios órgãos públicos.

O Observatório Social é uma associação sem fins lucrativos, financiada por doações de empresas privadas e que conta com trabalho voluntário de cidadãos interessados em exercer o direito à informação e ao controle social dos gastos públicos.

Controlar consiste em um estímulo sistemático de monitorar atividades, tarefas e processos para prevenção e correção de possíveis desvios. Na Administração Pública, o controle do patrimônio pode ser realizado de maneira institucional e social. O institucional é exercido tanto pelo controle interno dos órgãos revisando seus próprios atos, quanto pelos mecanismos previstos constitucionalmente para o controle externo. Já o controle social é desempenhado pelo povo que é o real titular desse patrimônio público. Tal controle funciona como um importante mecanismo de prevenção da corrupção e de fortalecimento da cidadania.

Os problemas inerentes à confusão do bem público com o bem privado, à corrupção, ao nepotismo e clientelismo e aos desvios de verbas públicas afligem o Brasil desde os “tempos do Império”, quando a Coroa a Portuguesa tratava o país apenas como fonte de exploração e, ainda hoje, algumas dessas práticas estão presentes em detrimento do bem comum.

Canoinhas participa dos Jogos com 41 atletas

 

Em duas sessões extraordinárias na manhã de terça-feira, 31, vereadores canoinhenses aprovaram de forma definitiva o projeto de lei n°102/2016, que trata da nomeação de representantes do município de Canoinhas na fase Estadual dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti).

Pela matéria, o município também fica autorizado, por meio da Fundação Municipal de Esportes e Lazer (Fmel) a realizar o adiantamento de até R$ 22.817,60, inerente ao o custeio de despesas do transporte e alimentação dos atletas, além da estadia das delegações na cidade de Itajaí, sede dos jogos.

O município se fará presente com 16 atletas na modalidade de dança coreográfica, 10 na modalidade de bocha, seis na modalidade de bolão 23, dois na modalidade de truco, cinco na modalidade de dominó e três na modalidade de canastra.

Vereador Renato Pike (PR) não poupou críticas à administração municipal por só encaminhar a matéria, à Câmara, dois dias antes da viagem das delegações. “Isso que o pedido da Fundação Municipal de Esportes estava há uns 30 dias na prefeitura”, frisou.

O projeto foi protocolado na secretaria legislativa da Câmara na metade da manhã de segunda-feira, 30, logo após os vereadores terem realizado duas sessões extraordinárias para votar matérias encaminhadas pelo Executivo Municipal. “Custava terem se programado?”, indagou Pike.